O histórico AS Mónaco está apostado em regressar à primeira Liga francesa e a pensar nesse objetivo contratou o experiente Claudio Ranieri para tentar levar o barco a bom porto. Este é mais um desafio para o técnico italiano que conta passagens no seu currículo por bons clubes europeus – Nápoles, Fiorentina, Valência, Atlético de Madrid, Chelsea, Parma, Juventus, Roma e Inter de Milão são alguns exemplos. Contudo, apesar de tão rico historial, o treinador de 60 anos nunca foi campeão em nenhum lado, amealhando alguns títulos “menores” como uma Taça do Rei e uma Taça de Itália ou as Supertaças Europeia, à custa do FC Porto em 2004, italiana e inglesa. Não obstante as medianas classificações que normalmente consegue, Ranieri continua a ter bastante mercado e lá vai encontrando clubes com pergaminhos que o vão contratando. O seu empresário deve ser muito bom, apetece dizer. Em minha opinião, o clube do Principado tinha feito bem melhor em manter Marco Simone como treinador. O também italiano fez uma recuperação espectacular na época transacta quando o emblema monegasco andou boa parte da temporada em risco de descer ao terceiro escalão do futebol gaulês e terminou em oitavo.
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Monday, August 06, 2012
Ranieri a viver à grande e à monegasca...
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Thursday, March 24, 2011
A dança do “trio-maravilha” do Nápoles
Edinson Cavani, Ezequiel Lavezzi e Marek Hamsik são os principais “culpados” pelo excelente campeonato que o Nápoles está a ter na série A italiana. Na última ronda frente ao Cagliari, o uruguaio marcou mais dois golos que foram festejados a preceito com uma dança peculiar entre os três “artistas”.Foto: http://www.sscnapoli.it
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Tuesday, January 11, 2011
Um golo do Ca... vani!
Edinson Cavani fez um “hat-trick” frente à Juventus e como se fosse pouco ainda decidiu dar mais brilho à sua portentosa exibição com um golo verdadeiramente espectacular. O que parece ser um mergulho de cabeça é, afinal, um toque de calcanhar do uruguaio do Nápoles que baralhou por completo o guardião da “vecchia signora”. PS: Poucas horas após ter escrito este post encontrei declarações supostamente atribuídas ao atleta de que terá marcado com a cabeça...
Wednesday, July 21, 2010
“Hamsí(pun)k”
Depois de ter ajudado a sua Eslováquia a ter um bom desempenho no Mundial, o talentoso médio eslovaco Marek Hamsík apresentou-se ontem com este criativo “look” nos trabalhos de pré-época do Nápoles. Foto: /www.corrieredellosport.it
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Tuesday, September 29, 2009
Foi há 20 anos que Ivkovic ganhou aposta a Maradona
“Foi há 20 anos que Diego Maradona, o maior baixinho de sempre (Pelé, nem vale a pena discutir!), entrou no balneário do Sporting para entregar 100 dólares ao guarda-redes jugoslavo Tomislav Ivkovic, após este ter defendido uma grande penalidade no San Paolo, em Nápoles, na segunda mão da primeira eliminatória da Taça UEFA 1989-90. Porque uma aposta é uma aposta. E o prometido é devido.Suplente em Alvalade na primeira mão, com o número 16, Diego só usou o 10 no jogo decisivo, na sua casa espiritual como costumava chamar ao Estádio San Paolo. Foi lá que o Sporting foi eliminado nos penáltis pelo Nápoles (0-0 no final dos 120' e 4-3). E o 10 foi parar às mãos de Tomo Ivkovic de forma pouco usual.
"A ideia de desafiar o Maradona só me surgiu quando ele me apareceu à frente para marcar o quinto e último penálti da série. Se fosse golo, o Nápoles passava a eliminatória. Aproximei-me e disse-lhe que ele não ia marcar. Ficou a olhar para mim, incrédulo, e foi aí que apostei 100 dólares para o desmoralizar ainda mais. Foi o primeiro número que saiu da minha boca. Disse 100 mas podia ter dito cinco ou 200. Ele estava visivelmente cansado, mas aceitou de pronto e continuou a olhar para mim. A verdade é que o desconcentrei. Quando o Maradona partiu para a bola, tive o feeling de que iria atirar para o meu lado esquerdo e defendi."
E depois? "Na altura, não lhe falei dos 100 dólares. Não seria correcto. Apenas lhe pedi a sua camisola 10. No final do jogo, ele foi ao balneário do Sporting com o 10 e os 100 dólares [qualquer coisa como 16 mil escudos naquele tempo]. Atrás dele, um batalhão de jornalistas, muitos microfones e as luzes fortíssimas dos holofotes dos cameramen da TV."
Nove meses mais tarde, em pleno Mundial-90, Ivkovic voltou a defender um penálti de Maradona, agora durante o desempate entre Jugoslávia e Argentina para os quartos-de-final. Desta vez sem aposta. Se houvesse, lá ia o Benjamin Franklin de um lado para o outro. Assim ficou no bolso de Maradona - ele não cometeu o erro de repetir a graça. Ivkovic, esse, ainda hoje está desolado. "Como é possível defender dois penáltis dele e ser eliminado nos dois jogos? Se me contassem, não acreditava!" Tranquilo, Tomo, se o Franklin soubesse, também não”. In www.ionline.pt/ Adiram ao blog no facebook em
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