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Thursday, February 02, 2012

O futebol deve ser uma festa, não uma guerra

A tragédia ocorrida ontem no Egipto, onde, pelo menos 74 pessoas morreram e largas centenas ficaram feridas no final do jogo entre o Al-Masry e o Al-Ahly, de Manuel José, é apenas mais um episódio de uma “novela” infelizmente já vista em vários pontos do globo. Não interessa quem começou os distúrbios. Interessa sim é que os adeptos, por mais fervorosos que sejam, têm de perceber de uma vez por todas que um jogo de futebol é apenas isso mesmo, um jogo. Que deve ser uma festa e não uma guerra. Para além do veterano técnico que deve ter apanhado o maior susto da sua vida, também o brasileiro Fábio Júnior, que passou pela Naval 1º de Maio, esteve em campo, tendo inclusivamente marcado o golo do Al-Ahly que perdeu por 3-1. Infelizmente, Portugal não está fora do rol de países, onde já morreram adeptos num estádio... Aqui fica uma lamentável lista que recorda outras tragédias semelhantes às do Egipto:

1946
Confrontos entre adeptos do Bolton e do Stoke City resultam em 44 mortes em Inglaterra.

1964
Jogo entre Argentina e Peru, em Lima, termina com 318 mortos.

1968
74 morrem no clássico argentino entre River Plate e Boca Juniors.

1971
Jogo entre Glasgow Rangers e Celtic provoca 66 mortos na Escócia

1982
Em Moscovo, o jogo Spartak-Haarlem, a contar para a Taça UEFA, terminou com a morte de 340 pessoas, por esmagamento e asfixia.

1985
Jogo da IIIª divisão inglesa termina com 53 mortos no estádio Bradford City

1985
Pouco antes da final da Taça dos Campeões Europeus, no estádio Heysel, em Bruxelas, 39 pessoas morreram e 117 sofreram ferimentos durante os confrontos entre apoiantes do Liverpool e da Juventus.

1988
8Chuva de granizo e confusão entre adeptos no Nepal termina com 93 mortos.

1989
95 morrem no jogo entre Liverpool e Nottingham Forest, no estádio Hillsborough

1990
Disparos de guardas do presidente Mohamed Siad Barre geram pânico, correria e 62 mortes na Somália

1995
Uma pessoa morre depois de adeptos do Palmeiras e do São Paulo invadirem o relvado do Pacaembu depois final da Supertaça de Juniores.

1996
Jogo entre as seleções de Guatemala e Costa Rica provoca 84 mortos.

2001
Polícia responde com gás e fecha estádio para tentar conter tumultos: 123 mortos em Accra, Gana

Tuesday, September 28, 2010

A (im)paciência de Aprígio

Ao seu melhor estilo, Aprígio Santos, presidente e “dono” da Naval 1º de Maio, decidiu despedir o treinador francês Victor Zvunka à passagem da sexta jornada, quando a equipa apenas soma quatro pontos. Nos seis jogos efectuados, a formação da Figueira da Foz já defrontou FC Porto, Sporting e Sporting de Braga, mas nada disso interessa. A única vitória até foi obtida fora de casa, em Portimão, e o único resultado que se pode considerar inesperado foi o empate caseiro diante do Vitória de Setúbal, já que a derrota em Coimbra tem de se entender como normal.Nada destas contingências interessa para Aprígio Santos que lá vai recorrer mais uma vez ao “pronto de socorro de serviço”, o eterno adjunto Fernando Mira. Para trás, ficam os elogios do presidente quando foi buscar o francês de 58 anos para orientar a equipa com o rótulo de ser alguém que pensa em futebol 24 horas por dia. Pelos vistos, não chegou.

Monday, April 19, 2010

João Real faz o(s) seu(s) primeiro(s) golo(s) na SuperLiga

A cumprir a sua segunda época na Naval 1º de Maio, João Real, defesa-central que chegou à Figueira da Foz após ter dado nas vistas no Sporting da Covilhã, marcou o seu primeiro golo na divisão principal do futebol português este fim-de-semana. No clube da sua terra, evidenciou-se pela sua “veia goleadora”, apontando vários golos, principalmente de cabeça.

Quis o destino que agora se estreasse a marcar com os pés em Paços de Ferreira. È caso para dizer que lhe tomou o gosto, pois pouco depois viria a repetir a façanha, mas desta vez na baliza errada. João Real é um bom exemplo de que os futebolistas longe dos grandes centros também têm valor.

Começou na Associação Desportiva da Estação, o mesmo clube onde Yannick Djaló iniciou a sua formação, que representou nas camadas jovens e na IIIª Divisão. Após alinhar diversas épocas no Sporting da Covilhã, deu o salto para a SuperLiga, onde esta época tem actuado mais vezes.

Tuesday, January 16, 2007

Pimenta: a Guarda na Superliga

João Nuno Cabral Pimenta, nascido em Vila Nova de Foz Côa há 21 anos, é o único representante do distrito da Guarda na Superliga, embora o portista Bosingwa também tenha ligações ao distrito, mas nasceu no Congo. O agora extremo da Naval passou pelas camadas jovens do Sporting Clube de Portugal, antes de fazer duas excelentes épocas noutro Sporting, o da Covilhã. Apesar de ainda não ter conseguido agarrar a titularidade no seu novo clube, o jovem que faz da velocidade e da técnica as suas principais armas vem jogando com mais regularidade e tem condições para fazer uma boa segunda volta no clube da Figueira da Foz. Adiram ao blog no facebook em