O carismático guarda-redes brasileiro Nilson saiu pela porta pequena do Vitória de Guimarães que representou nas últimas sete épocas. A justificação dada pelo clube no seu site oficial foi a de que a rescisão com o veterano atleta de 36 anos, que seria um dos mais bem pagos do plantel, estava relacionada com razões económicas: «Com este desfecho, e no âmbito da profunda reestruturação em vigor, a direcção do Vitória Sport Clube deu mais um importante passo com vista à sua sustentabilidade financeira», diz o curto comunicado.
No entanto, um dia depois de ter sido dispensado, Nilson garantiu que «nunca» foi confrontado com qualquer proposta de redução de salário. Também se consta que o guardião já não era imprescindível para Rui Vitória e daí ter sido “empurrado” para a saída. Para quem está de fora da realidade vitoriana, como é o meu caso, este foi um desfecho que me surpreendeu, pois sempre olhei para Nilson como um excelente profissional. Ao contrário de outros, não abandonou o barco quando o clube caiu para a Liga de Honra e teve outras atitudes demonstrativas de dedicação e gratidão ao emblema que envergava como renunciar à selecção do Burkina Faso. Agora, o futuro a Deus, de que ele tanto fala, pertence e há muito bom adepto do Guimarães a torcer para que Nilson vá para bem longe da “cidade-berço” e não acabe em Moreira de Cónegos e, muito menos, em Braga.
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Wednesday, July 11, 2012
Tuesday, February 05, 2008
7 dos 16 guarda-redes titulares da SuperLiga são brasileiros

Os guarda-redes portugueses podem ter o seu futuro ameaçado, pois há cada vez mais clubes da Superliga a apostar em “goleiros” para defender as suas balizas. Actualmente, são sete os guarda-redes brasileiros titulares nas 16 equipas que disputam a principal divisão portuguesa. Helton (FC Porto), Nilson (Vitória de Guimarães), Marcos (Marítimo), Peçanha (Paços de Ferreira) e Fernando (Leiria) há muito que são “reis e senhores” das suas balizas. Já Wilson Júnior (Naval), depois de ter sido dispensado no início da época, acabou por beneficiar das lesões e das exibições menos conseguidas de Taborda. Quanto a Rafael Bracali, depois de época e meia na “sombra” do suíço Benaglio que saiu para o Wolfsburgo, assume agora a baliza do Nacional, para desespero dos benfiquistas. Para além dos brasileiros, ainda há outro estrangeiro, Peter Jehle, do Liechensentien, que agarrou este ano a titularidade no Boavista. Caso a situação não se inverta, não deve demorar muito a haver quem se queixe de que há poucos guarda-redes portugueses com qualidades para representar a selecção. Os “sobreviventes” são Quim (Benfica), Rui Patrício (Sporting), Costinha (Belenenses), Eduardo (Vitória de Setúbal), Paulo Santos (Braga), Pedro Roma (Académica), Beto (Leixões) e Nelson (Estrela da Amadora). Aqui fica um breve resumo de cada “goleiro”:
Helton da Silva Arruda (foto) tem 29 anos e antes de chegar ao FC Porto, esteve três épocas na União de Leiria. No Brasil jogou no Vasco da Gama.
Nilson Corrêa Júnior tem 32 anos e representa o Vitória de Guimarães desde a época 2005/06. No Brasil representou o Náutico, Americano-RJ, Santa Cruz, Gama e Vitória.
Sebastião Marcos de Oliveira tem 31 anos e está no Marítimo desde 2002/03. No Brasil jogou no Paraná.
Rafael Bracali tem 26 anos e está no Nacional desde 2006/07. No seu país jogou no Paulista.
Wilson Raimundo Junior tem 31 anos e está na Naval desde 2005/06. No Brasil jogou no U. Barbarense e no Ceará.
Peterson dos Santos Peçanha tem 28 anos e está em Paços Ferreira desde 2005/06, vindo do São Raimundo.
Fernando Büttenbender Prass (foto) tem 29 anos e chegou ao Leiria em 2005/06, onde chegou para substituir Helton. No Brasil ganhou vários títulos por Coritiba, Vila Nova, Francana e Grêmio.
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