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Tuesday, July 30, 2013

Chucho Benitez engrossa equipa de futebolistas malogrados

A morte do avançado equatoriano Christian Benitez, aos 27 anos, ontem revelada deixou o mundo do futebol em choque. O ponta-de-lança, conhecido pela alcunha “Chucho”, morreu ontem de manhã, no Qatar, vítima de falha cardíaca. O futebolista, que há um ano chegou a ser apontado ao Sporting, tinha acabado de se estrear pelo novo clube, o Al Jaish, no domingo. As complicações de saúde do jogador terão tido origem numa situação de peritonite, que se agravou e o colocou em coma, tendo a paragem cardiorrespiratória acontecido de seguida. Benitez terá apresentado fortes dores abdominais e sido transportado para um hospital do Qatar, onde viria a morrer poucas horas depois. Com 58 jogos e 24 golos pela seleção do Equador, “Chucho” Benítez passou pelo El Nacional (Equador), pelo Santos Laguna (México), pelo Birmingham City (Inglaterra) e tinha acabado de se transferir do América do México para o Al Jaish (Qatar), por cerca de 11 milhões de euros. Foi quatro vezes melhor marcador do campeonato mexicano.

Esta morte fez-nos lembrar outros futebolistas que morreram quando estavam no auge das suas carreiras. Uns devido a problemas do foro cardíaco, outros por acidentes de viação ou outros ainda por terem sido assassinados como sucedeu com o colombiano Andrés Escobar elaborei um onze constituído por futebolistas que nos deixaram precocemente.


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Thursday, October 14, 2010

Colombiano tatua camisola do seu clube no corpo

Que grande maluco! É o mínimo que se pode dizer do colombiano Felipe Alvarez, ferveroso adepto do Atlético Nacional, de Medellín, que decidiu tatuar no corpo uma camisola em tamanho real do seu clube do coração. O desenho serviu para homenagear o malogrado Andrés Escobar, assassinado após o Mundial de 1994, após ter feito um auto-golo. Felipe Alvarez pintou faixas verdes no corpo, com o símbolo do Atlético Nacional e a Taça da Libertadores, conquistada em 1989, na frente. Nas costas, surge o número 2, usado por Escobar no título continental. «Era um sonho que já tinha há algum tempo. Também queria homenagear, de certa forma, o nosso antigo capitão assassinado», revelou o adepto fanático à imprensa colombiana. Até dói só de se ver.