Goste-se ou não, a Alemanha foi uma justa vencedora do Mundial do Brasil. A selecção germânica foi uma verdadeira equipa na acepção da palavra. Teve jogadores que se exibiram em grande plano como Manuel Neuer, Mats Hummels, Toni Kroos, Philipp Lahm, Thomas Muller ou Bastian Schweinsteiger, mas foi, acima de tudo, o colectivo que sobressaiu. Já a nível individual, o jogador que, a meu ver, mais desequilibrou foi, indiscutivelmente, Arjen Robben. Aos 30 anos, e depois de mais de 50 jogos oficiais "em cima", o extremo holandês do Bayern de Munique chegou ao Brasil num momento de forma espectacular. Marcou três golos, foi eleito três vezes o melhor em campo e colocou em alerta todas as defesas que encontrou com a bola colada ao seu portentoso pé esquerdo. Contudo, o marketing e o lobby Messi voltaram a falar mais alto e foi o argentino que recebeu a "Bola de ouro". Anedótico.
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Thursday, July 17, 2014
Robben, o injustiçado
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Monday, June 03, 2013
E tudo o “super-Bayern” levou
Melhor era impossível. O Bayern de Munique conquistou este sábado frente ao Estugarda o quarto troféu da época, ao juntar a Taça da Alemanha à Liga dos Campeões, Bundesliga e Supertaça. Foi a primeira vez que uma equipa alemã alcançou este póquer de títulos, culminando da melhor forma uma época verdadeiramente de sonho. A Pep Guardiola resta agora a “simples” de igualar o que Jupp Heynckes fez esta temporada. Até poderá fazer melhor, pois o colosso da Baviera ganhou o direito a participar no Mundial de clubes e na Supertaça europeia, mas a tarefa não se afigura, de todo, fácil. Esta poderá ser, assim, a despedida em beleza de Jupp Heynckes, mas ainda há a hipótese de o antigo treinador do Benfica continuar a treinar. Amanhã, dará uma conferência de imprensa onde deverá dissipar todas as dúvidas.
Aos 68 anos, o técnico alemão tornou-se o quarto a ser bicampeão europeu por equipas diferentes. Os outros foram Ernst Happel (Feyenoord em 1970 e Hamburgo em 1983), Ottmar Hitzfeld (Borussia Dortmund em 1997 e Bayern em 2001) e José Mourinho (FC Porto em 2004 e Inter de Milão em 2010). Em 1997/98, Heynckes conquistou a Liga dos Campeões pelo Real Madrid, mas o quarto lugar no campeonato fez com que o gigante espanhol – que ao que tudo indica o deseja agora para suceder a Mourinho -, prescindisse dos seus serviços. Seguiu-se então a passagem pelo Benfica, que ficou manchada pela humilhante goleada sofrida em Vigo de sete bolas a zero. Quem diria que passados 15 anos, Jupp Heynckes seria agora um dos favoritos a ganhar ainda outro troféu: o de melhor treinador do mundo.
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Aos 68 anos, o técnico alemão tornou-se o quarto a ser bicampeão europeu por equipas diferentes. Os outros foram Ernst Happel (Feyenoord em 1970 e Hamburgo em 1983), Ottmar Hitzfeld (Borussia Dortmund em 1997 e Bayern em 2001) e José Mourinho (FC Porto em 2004 e Inter de Milão em 2010). Em 1997/98, Heynckes conquistou a Liga dos Campeões pelo Real Madrid, mas o quarto lugar no campeonato fez com que o gigante espanhol – que ao que tudo indica o deseja agora para suceder a Mourinho -, prescindisse dos seus serviços. Seguiu-se então a passagem pelo Benfica, que ficou manchada pela humilhante goleada sofrida em Vigo de sete bolas a zero. Quem diria que passados 15 anos, Jupp Heynckes seria agora um dos favoritos a ganhar ainda outro troféu: o de melhor treinador do mundo.
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Thursday, February 23, 2012
Sommer anti-bávaros
O Basileia continua a surpreender na Liga dos Campeões e esta noite, a jogar perante o seu público, conquistou um curto mas saboroso triunfo frente ao favorito Bayern de Munique graças a um golo apontado por Valentin Stocker, já na recta final do desafio. Contudo, a grande figura da formação suiça foi o seu guarda-redes Yann Sommer que fez um punhado de defesas espectaculares, provocando o desespero, principalmente a Franck Ribéry e Mario Gómez. Com apenas 23 anos, e a continuar com exibições como a desta noite, o jovem guardião suíço dificilmente continuará muito mais tempo a jogar na pouco competitiva liga do seu país. Sommer foi formado do Basileia, mas já rodou noutros clubes como o Grasshoppers ou o FC Vaduz, do, Liechtenstein.
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Friday, October 01, 2010
Mainz imparável na Bundesliga
Quem diria que à passagem da sexta jornada da Bundesliga, o modesto Mainz 05 estaria no topo da classificação, somando triunfos em todos os jogos disputados. A última vítima foi “só” o “todo poderoso” Bayern de Munique que a jogar perante o seu público foi impotente para travar a onda vitoriosa da equipa treinada por Thomas Tuchel. A equipa da pequena cidade de Mainz, que tem cerca de 200 mil habitantes, aposta em jogadores jovens para deixar orgulhosa a terra que viu nascer Gutenberg, o inventor da imprensa. Ádám Szalai, que está em destaque na foto, tem 22 anos, Lewis Holtby 20 ,tal como Marcel Risse e André Schürrle, o melhor marcador com três golos, tem apenas 19 anos. Até o treinador Thomas Tuchel está surpreendente com a espantosa prestação da sua equipa: «É surrealista», disse o jovem técnico, de apenas 37 anos.
No Allianz Arena, reduto dos campeões alemães e vice-campeões europeus, o tunisino Allagui foi o primeiro a deixar Louis Van Gaal irritado, quando bateu Butt com um desvio de calcanhar. Um auto-golo ainda deu esperanças de reviravolta aos homens da Baviera, mas Szalai, que chegou a passar pela pela equipa B do Real Madrid, estabeleceu o resultado final.
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Wednesday, March 10, 2010
Porto humilhado em Londres, Robben faz golão em Florença
Cedo se percebeu que a noite do FC Porto em Londres não ia ser fácil, atendendo ao andamento imprimido pelos gunners desde o primeiro minuto. Os dragões até podem agradecer a Helton “só” terem perdido por 5-0 num jogo em que Jesualdo Ferreira, se dúvidas ainda houvessem, terá ficado com a sua “sentença” de saída do FCP definitivamente traçada. Entretanto, no outro jogo da noite da Champions, Arjen Robben, o tal que não conseguia aguentar os 90 minutos, atirou uma “bomba” indefensável para Frey e que colocou o Bayern na fase seguinte da Champions. Apreciem aqui.
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Monday, July 20, 2009
Filho de “El Tren” Valencia quer seguir pisadas do pai, ou não...
«El “Tren” no ha perdido su humildad. Es el mismo de aquella época donde pasaba sin temor a los defensores alemanes cuando se coronó campeón con Bayer Munich o al que eludía rivales con velocidad en la exigente liga española con el popular Atlético de Madrid».É desta forma que o colombiano Adolfo “El Tren” Valencia é relembrado pelos jornalistas do seu país. Opinião bem diferente têm os colegas espanhóis... O actual treinador dos avançados do Independiente de Santa Fe, clube onde alinha o seu filho José Adolfo Valencia Arrechea, de apenas 17 anos, foi uma das figuras da empolgante selecção colombiana da década de 90 que tinha craques como Asprilla, Rincón, Higuita ou Valderrama.
O avançado que tinha um bigode portentoso deu nas vistas no actual clube do filho pelo seu poderio físico, velocidade e capacidade goleadora, ganhando a alcunha de “El Tren”. Depressa despertou a atenção de muitos clubes na Europa, entre os quais o Benfica, mas quem ganhou a corrida foi o Bayern de Munique, onde chegou com 23 anos. Ajudou o clube bávaro a vencer a Bundesliga de 1993–1994 ao marcar 11 golos que o tornaram no melhor marcador do clube nessas época.
No entanto, apesar da razoável campanha no ano de estreia na Europa, não se adaptou ao frio e à língua, preferindo sair para o Atlético de Madrid, onde não teve vida fácil com o controverso presidente de então, Jesus Gil y Gil, a proferir uma declaração que ficou para a história, após um jogo em que Valencia teve uma péssima actuação: «Al negro le corto el cuello. Me cago en la puta madre que parió al negro. Ya estoy harto de aguantar. Cuando no veo actitud me cargo a mi padre»...
Como seria de prever a partir deste episódio, apenas esteve um ano na capital espanhola e a partir daí apenas representou equipas de menor valia, em cinco países diferentes: Reggiana, PAOK, Red Bulls (EUA), Zhejiang Lucheng (China) e Maracaibo (Venezuela), para além de diversos clubes colombianos. Pela selecção, disputou os Mundiais de 1994 e 1998, tendo apontado 19 golos em 37 jogos. Abandonou o futebol em 2004 e hoje tem 41 anos.
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Thursday, February 26, 2009
Ficar extasiado com a desgraça alheia…
Apesar de ter entrado muito bem no jogo, o Sporting acabou copiosamente derrotado em casa pelo Bayern de Munique nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Golos infantis e a equipa de Alvalade a mostrar que ainda não tem andamento para esta fase. Agora o que acho mesmo piada é a muitos adeptos que no último domingo enfiaram a “cabeça na areia” depois do “banho de bola” que levaram e ontem ficaram radiantes com a humilhação do Sporting. Será porque como a sua equipa não jogou, por já ter sido eliminada há tanto tempo, não corria o risco de ser humilhada também? A esses adeptos, que acredito não terem sido todos, relembro que o seu grande clube conseguiu a extraordinária marca de um ponto num grupo com grandes colossos do futebol europeu como Metalist Kharkiv, Galatasaray, Olympiacos e Hertha de Berlim.
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Saturday, December 16, 2006
Kuffour: o ocaso de um bom jogador
A sua imagem a dar murros no chão quando o Manchester United marcou dois golos nos minutos finais que lhe retiraram a possibilidade de poder beijar a Taça dos Campeões é uma imagem que dificilmente sairá da minha memória no que toca às inesperadas sensações que um jogo de futebol pode provocar. Pode não parecer, tantas são as épocas em que jogou no Bayern de Munique, mas o defesa internacional ganês Samuel Kuffour ainda só tem 30 anos. Depois de quase uma década no clube da Baviera, o central que no Mundial não conseguiu ser titular indiscutivel da sua selecção, viajou para Itália, onde depois de uma época em que não jogou tão pouco como isso na Roma, foi para o menos mediático Livorno, onde é companheiro de equipa dos ex-leões César Prates e Vidigal. Eis o caso de um dos bons jogadores ganeses, que dificilmente voltará a um clube de maior projecção, que merecia ter estado mais cedo numa grande selecção por equipas, algo que Abedi Pelé ou Tony Yeboah, por exemplo, nunca conseguiram.
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