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Thursday, August 06, 2009

Qual a diferença entre Figo e Verón, Henrik Larsson, Rui Costa…?

Luís Figo garante que não pensa voltar a jogar, mas deixa a porta entreaberta perante o hipotético convite do Maiorca. Segundo o atleta, «trata-se unicamente de um interesse» e «a pessoa em causa ainda não é o actual presidente», pelo que se mantém determinado a permanecer fora dos relvados, embora continue a ter convites: «Ouvir [propostas] oiço, porque não sou surdo», disse Figo, acrescentando que «neste momento não existe nada de sério nem concreto». Ou seja, como nos habituou ao longo da sua carreira, o internacional português, que é o terceiro de uma lista de 10 mercenários do futebol divulgada recentemente pelo The Sun, deixa perceber que basta aparecer uma proposta generosa do ponto de vista financeiro para ir ao sótão buscar as chuteiras. Juan Sebastián Verón, Henrik Larsson ou Rui Costa são apenas três casos de futebolistas que, após carreiras recheadas de sucesso no estrangeiro, optaram por regressar aos clubes que os formaram, entre outros motivos, como forma de recompensa pelo facto de os terem projectado no futebol mundial. O caso mais paradigmático é o do excelente médio argentino que, aos 34 anos, guindou recentemente o seu Estudiantes de la Plata à conquista da Taça dos Libertadores. Na Europa, coleccionou títulos em Itália (Sampdoria, Parma, Lazio e Inter) e Inglaterra (Manchester United e Chelsea). Também fora do campo mostra ser um senhor, já que fez doações significativas ao clube para melhorar as condições de treino e ainda do estádio do clube. Alguém se lembra de alguma das vedetas nacionais ter ajudado monetariamente o clube em que foi formado?

Tuesday, March 13, 2007

O adeus ao futebol “a sério” de um senhor



Henrik Larsson teve uma despedida em beleza do futebol de alto nível, depois de ter jogado alguns meses no Manchester United, onde ainda marcou mais três golos. Com ligações a Cabo Verde, o avançado foi durante muitos anos um verdadeiro “Deus” para os adeptos do Celtic de Glasgow, onde se destacava pelos muitos golos apontados e pela sua farta cabeleira de “rastas”. Depois da Escócia, seguiram-se dois anos no Barcelona, onde se sagrou campeão europeu. Antes já tinha deixado a sua Suécia para jogar na Holanda, no Feyenoord. Agora, com 35 anos, regressa ao “seu” Helsingborg, numa altura em que ainda dava muito jeito a variadíssimos clubes por essa Europa fora, a começar por Portugal. Ainda me lembro da dupla temível que formou na selecção sueca com Martin Dahlin, o possante avançado que passou por clubes como o Hamburg, Blackburn Roverns, Borússia de M´gladbach e a Roma. Curiosamente, ambos os jogadores têm cores de pele, nada habituais nos suecos.