Ao ouvir falar em mais um jogo da selecção de andebol dei comigo a pensar que quatro das modalidades que deverão ter mais adeptos e praticantes em Portugal têm como seleccionadores nacionais quatro estrangeiros. Luís Felipe Scolari e Jorge Schmidt são ambos brasileiros e orientam, respectivamente, as selecções de futebol e voleibol. No basquet temos o ucraniano Valentyn Melnychuk e no andebol o sueco Mats Olsson. Sem querer ser acusado de xenófobo, nem querer tirar valor aos exemplos que referi, penso que se devia apostar mais na prata da casa. Veja-se o caso de sucesso de Tomaz Morais, o seleccionador nacional de râguebi, que tem alcançado resultados, para muitos, impensáveis, há poucos anos.
Tuesday, January 09, 2007
Não há treinadores portugueses com valor?
Ao ouvir falar em mais um jogo da selecção de andebol dei comigo a pensar que quatro das modalidades que deverão ter mais adeptos e praticantes em Portugal têm como seleccionadores nacionais quatro estrangeiros. Luís Felipe Scolari e Jorge Schmidt são ambos brasileiros e orientam, respectivamente, as selecções de futebol e voleibol. No basquet temos o ucraniano Valentyn Melnychuk e no andebol o sueco Mats Olsson. Sem querer ser acusado de xenófobo, nem querer tirar valor aos exemplos que referi, penso que se devia apostar mais na prata da casa. Veja-se o caso de sucesso de Tomaz Morais, o seleccionador nacional de râguebi, que tem alcançado resultados, para muitos, impensáveis, há poucos anos.
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1 comment :
Concordo totalmente... Deve-se apostar na qualidades dos treinadores portugueses... Muitos são os casos de técnicos que vêm apenas ganhar o bom e passar férias, não se entregando a fundo no seu trabalho. O caso mais recente foi o de um técnico brasileiro no voleibol português, que passava mais tempo a discutir com a equipa do que a treinar e a motivar. Se o Mourinho é dos melhores do mundo e o Tomás Morais levou a selecção de rugby a patamares nunca antes sonhados de certeza que haverá mais matéria-prima em Portugal. Temos que apostar nos técnico portugueses e deixar de contratar por contratar. Haja respeito pelo dinheiro dos contribuintes.
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