Melhor era impossível. O Bayern de Munique conquistou este sábado frente ao Estugarda o quarto troféu da época, ao juntar a Taça da Alemanha à Liga dos Campeões, Bundesliga e Supertaça. Foi a primeira vez que uma equipa alemã alcançou este póquer de títulos, culminando da melhor forma uma época verdadeiramente de sonho. A Pep Guardiola resta agora a “simples” de igualar o que Jupp Heynckes fez esta temporada. Até poderá fazer melhor, pois o colosso da Baviera ganhou o direito a participar no Mundial de clubes e na Supertaça europeia, mas a tarefa não se afigura, de todo, fácil. Esta poderá ser, assim, a despedida em beleza de Jupp Heynckes, mas ainda há a hipótese de o antigo treinador do Benfica continuar a treinar. Amanhã, dará uma conferência de imprensa onde deverá dissipar todas as dúvidas.
Aos 68 anos, o técnico alemão tornou-se o quarto a ser bicampeão europeu por equipas diferentes. Os outros foram Ernst Happel (Feyenoord em 1970 e Hamburgo em 1983), Ottmar Hitzfeld (Borussia Dortmund em 1997 e Bayern em 2001) e José Mourinho (FC Porto em 2004 e Inter de Milão em 2010). Em 1997/98, Heynckes conquistou a Liga dos Campeões pelo Real Madrid, mas o quarto lugar no campeonato fez com que o gigante espanhol – que ao que tudo indica o deseja agora para suceder a Mourinho -, prescindisse dos seus serviços. Seguiu-se então a passagem pelo Benfica, que ficou manchada pela humilhante goleada sofrida em Vigo de sete bolas a zero. Quem diria que passados 15 anos, Jupp Heynckes seria agora um dos favoritos a ganhar ainda outro troféu: o de melhor treinador do mundo.
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Monday, June 03, 2013
E tudo o “super-Bayern” levou
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Wednesday, July 07, 2010
O (mau) olho de Pep para as contratações
Há um ano, Pep Guardiola fez “finca-pé” em contratar Dmytro Chygrynskiy para reforçar o então Barcelona campeão europeu. Depois de uma longa novela, o central ucraniano lá deixou o Shakhtar Donetsk, a troco de uns exorbitantes 25 milhões de euros para um jogador que estava longe de figurar entre os melhores defesas da actualidade. Depois de uma época apagadíssima ao serviço do colosso da Catalunha, Chygrynskiy regressa agora ao seu anterior clube por 15 milhões de euros, ou seja, “apenas” menos 10 do que pagou há um ano. Outro “fiasco” foi a “operação” da troca de Samuel Eto’o por Zlatan Ibrahimovic, mais 40 milhões de euros, pois o sueco não rendeu metade do esperado quando chegou ao Camp Nou. Tanto que o mais certo é ser vendido, até porque “el matador” Villa já está contratado. Mais barato (4,5 milhões de euros), o lateral-esquerdo brasileiro Maxwell foi outro jogador que trocou Milão pela Catalunha e que não se conseguiu assumir como titular indiscutível. São apenas três exemplos que mostram que Pep Guardiola é um excelente técnico com resultados que falam por si, mas que não tem grande “queda” para acertar nos reforços.
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