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Wednesday, January 02, 2013

Jackson Martinez considerado o melhor reforço

Sem margem para quaisquer dúvidas, Jackson Martinez foi considerado o melhor reforço da Liga Portuguesa pela esmagadora maioria dos leitores que participaram na última votação levada a cabo neste blogue, recolhendo 82 dos 182 votos totalizados. Contratado aos mexicanos do Jaguares de Chiapas por 8,9 milhões de euros, o ponta-de-lança colombiano “pegou de estaca” no FC Porto e rapidamente se tornou na referência atacante da equipa azul e branca. A um grande “instinto matador”, o avançado de 26 anos, que começou a carreira no Independiente Medellín, alia um excelente jogo de cabeça e boa capacidade de remate com os dois pés. O “resultado”, para já, são 14 golos na época: 10 no campeonato, três na Liga dos Campeões e mais um na Taça da Liga, performances que parecem já estar a seduzir outros emblemas do futebol europeu.

Nos restantes lugares do pódio ficaram os benfiquistas Salvio (31) e Lima (25). Com menos expressão, as posições seguintes foram ocupadas por: Labyad (12), Éder e Viola (ambos com 8), Beto (7), Pranjic (4), Rúben Micael (3) e Manuel da Costa e Marcos Rojo, os dois com um. Entretanto, está aberta nova votação que visa avaliar a péssima campanha do Sporting no campeonato nacional. Acham que a formação leonina vai descer de divisão? Votem!

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Wednesday, September 26, 2012

Bedoya, o “bad boy” colombiano

Não é toda a gente que se pode orgulhar de já ter sido expulso por 41 vezes ao longo da sua carreira. A marca, já de si “histórica”, do colombiano Gerardo Bedoya (nº 20 na foto) foi reforçada no último sábado durante o jogo entre o “seu” Santa Fe e o Millonarios de Bogotá quando o médio esquerdino de 36 anos agrediu Jhonny Ramírez na cara e, não satisfeito, ainda lhe “aqueceu” a cabeça quando o árbitro já ia de vermelho na mão. O internacional colombiano parece ter tanto de mau feitio como de talento, pois é um exímio marcador de livres. Antes de chegar ao Santa Fe, Bedoya representou Deportivo Pereira, Deportivo Cali, Atlético Nacional, Millonarios, Envigado e Boyacá Chicó (todos no seu país), Racing Club, Colón e Boca Juniors (Argentina) e Puebla (México).
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Thursday, March 29, 2012

Montaño: Estrela aos 16, esquecido aos 29

Johnnier Montaño é apenas mais um exemplo de um atleta que deu nas vistas ainda adolescente e que mais tarde não conseguiu confirmar as elevadas expectativas geradas sobre si. Em 1999, o Parma adquiriu o passe do "teenager" colombiano (16 anos) por cinco milhões de euros, poucos dias antes de o jogador ser convocado para a Copa América, em virtude da lesão da “estrela” Faustino Asprilla. Um ano antes, o jovem prodígio disputou a Copa Libertadores pelo América de Cali e pouco depois transferiu-se para o Quilmes, da Argentina. Na Copa América, marcou um belo golo na estrondosa vitória que a sua Colômbia infligiu à Argentina por 3-0, tornando-se ainda mais conhecido.

Contudo, o “sonho” italiano rapidamente se transformou num pesadelo, pois nunca se conseguiu impor no Calcio, tanto no Parma, como no Verona e Piacenza, onde jogou por empréstimo, antes de uma derradeira tentativa no clube que tanto investira nele. Nunca se se voltou a ver o atleta que tinha empolgado “meio mundo” com apenas 16 anos. “Despachado” de Itália, regressou à sua Colômbia mas novamente sem sucesso. Primeiro, no América de Cali e depois no Independiente Santa Fe. Seguiu-se uma aventura no Al-Wakrah, do Qatar. Regressou ao seu país para jogar no Cortuluá, da IIª Divisão, e nem aqui conseguiu brilhar. Após ficar sem clube, emigrou de novo, desta feita para os peruanos do Sport Boys, uma equipa pequena, onde conseguiu disputar 34 partidas e fazer nove golos, despertando o interesse do Alianza Lima, onde voltou a assumir algum destaque. Na época 2010/11 veio novamente para a Europa, para os turcos do Konyaspor. Mais uma vez, não se conseguiu impôr e regressou ao Alianza Lima, onde foi companheiro de equipa do sportinguista André Carrillo. Aqui fica o vídeo do golo apontado à Argentina.

Monday, July 20, 2009

Filho de “El Tren” Valencia quer seguir pisadas do pai, ou não...

«El “Tren” no ha perdido su humildad. Es el mismo de aquella época donde pasaba sin temor a los defensores alemanes cuando se coronó campeón con Bayer Munich o al que eludía rivales con velocidad en la exigente liga española con el popular Atlético de Madrid».

É desta forma que o colombiano Adolfo “El Tren” Valencia é relembrado pelos jornalistas do seu país. Opinião bem diferente têm os colegas espanhóis... O actual treinador dos avançados do Independiente de Santa Fe, clube onde alinha o seu filho José Adolfo Valencia Arrechea, de apenas 17 anos, foi uma das figuras da empolgante selecção colombiana da década de 90 que tinha craques como Asprilla, Rincón, Higuita ou Valderrama. O avançado que tinha um bigode portentoso deu nas vistas no actual clube do filho pelo seu poderio físico, velocidade e capacidade goleadora, ganhando a alcunha de “El Tren”. Depressa despertou a atenção de muitos clubes na Europa, entre os quais o Benfica, mas quem ganhou a corrida foi o Bayern de Munique, onde chegou com 23 anos. Ajudou o clube bávaro a vencer a Bundesliga de 1993–1994 ao marcar 11 golos que o tornaram no melhor marcador do clube nessas época. No entanto, apesar da razoável campanha no ano de estreia na Europa, não se adaptou ao frio e à língua, preferindo sair para o Atlético de Madrid, onde não teve vida fácil com o controverso presidente de então, Jesus Gil y Gil, a proferir uma declaração que ficou para a história, após um jogo em que Valencia teve uma péssima actuação: «Al negro le corto el cuello. Me cago en la puta madre que parió al negro. Ya estoy harto de aguantar. Cuando no veo actitud me cargo a mi padre»... Como seria de prever a partir deste episódio, apenas esteve um ano na capital espanhola e a partir daí apenas representou equipas de menor valia, em cinco países diferentes: Reggiana, PAOK, Red Bulls (EUA), Zhejiang Lucheng (China) e Maracaibo (Venezuela), para além de diversos clubes colombianos. Pela selecção, disputou os Mundiais de 1994 e 1998, tendo apontado 19 golos em 37 jogos. Abandonou o futebol em 2004 e hoje tem 41 anos. Adiram ao blog no facebook em

Wednesday, July 25, 2007

Higuita está de regresso


Aos 40 anos, o colombiano René Higuita, um dos mais excêntricos e controversos guarda-redes de todos os tempos, está de volta aos relvados. O guardião, conhecido pela sua farta cabeleira e por sair da sua área de jurisdição a driblar os adversários, aceitou o convite para jogar no Guaros de Lara, da primeira divisão da Venezuela, depois ter pendurado as luvas em 2004. Deste modo, José René Higuita Zapata, que fará 41 anos a 27 de Agosto, poderá melhorar a sua marca de 41 golos - 37 de penalty e 4 na conversão de livres directos - apontados ao longo da sua carreira. O guardião que a l7 de Setembro de 1995 no mítico Estádio de Wembley fez a famosa “defesa escorpião” contra a Inglaterra a remate de Jamie Redknapp (que podem ver no vídeo que se segue) fez quase toda a carreira em clubes do seu país - Millonarios de Bogota, Nacional de Medellín, onde jogou mais épocas, Independiente Medellín, Real Cartagena e Junior Barranquilla, incluindo ainda uma discreta passagem pelo Valladolid, na Iª Divisão Espanhola, e pelo Veracruz, do México, e Aucas, do Equador. No Mundial de Itália em 1990, após ter defendido uma grande penalidade contra a Jugoslávia, ajudou a Colômbia a qualificar-se para os oitavos-de-final, onde “inventou” contra os Camarões, ao tentar sair a driblar adversários. Já no prolongamento, o astuto Roger Milla tirou-lhe a bola e foi sozinho até à baliza, para desespero dos adeptos colombianos. Este autêntico guarda-redes/líbero defendeu as cores da Colômbia em 68 vezes, deixando a selecção em 1999. Os seus escândalos públicos começaram em 1991 quando foi visitar à prisão o barão da droga Pablo Escobar, de quem declarou publicamente ser amigo. Continuaram em 1993 quando foi preso durante seis meses por estar implicado num rapto da filha de uma importante figura pública do seu país. Em Novembro de 2004 acusou cocaína num teste realizado depois de um jogo pelo Aucas, sendo suspenso pela Federação Equatoriana de Futebol por seis meses. Sempre polémico, por considerar que era “muito feio” decidiu fazer cinco operações plásticas à cara em 2005 que chocaram o seu país, por se parecer mais com um travesti do que com o verdadeiro ídolo de muita gente. Adiram ao blog no facebook em

Wednesday, November 29, 2006

Vão buscá-los à maternidade!

"Estrela de 5 anos desperta Barça

Chama-se Juan David Torres, tem 5 anos, e é já um nome que importa fixar, porque faz coisa inacreditáveis com uma bola nos pés. Segundo o pai, Alcides Torres, o pequeno Juan começou a revelar o seu talento com três anos. Nascido em Barranquilla, na Colômbia, o pequeno Juan não tardou em dar-se a conhecer ao Mundo através de um vídeo caseiro feito pelo pai, que o colocou na Internet. De então para cá, o telefone nunca mais parou de tocar e o Barcelona parece estar na linha de frente para o contratar." in www.ojogo.pt

Não tenho por regra ir buscar notícias a jornais para colocar no meu blog porque acho que quem quer ler notícias sobre futebol vai aos sites dedicados às notícias, mas esta captou a minha atenção, dada a irresponsabilidade de alguém querer "vender" o talento do filho com cinco anos. Como é possível isto acontecer? Quantos e quantos casos não há por esse mundo fora de jovens que pareciam fadados para se tornar grandes estrelas e que depois nunca vingaram. E estou a falar de talentos com 16, 17 anos. Agora, querer fazer uma estrela dum puto de cinco anos? Espero que o propalado interesse do Barça não passe de pura especulação.

aqui está o link para o video http://www.youtube.com/watch?v=FeinpHOOrh0

Wednesday, November 22, 2006

Carlos Valderrama: Um “senhor do futebol mundial”

Carlos Valderrama é considerado um dos melhores jogadores colombianos de todos os tempos a par de Faustino Asprilla. Tipíco nº 10, era elegante a tratar a bola, mas não era de correr muito. Na Europa, tanto em França (Montpellier) como em Espanha (Valladolid) nunca se conseguiu adaptar. Mas nos três mundiais em que entrou e na sua América deu “show” por muitas vezes. Outra característica que o fazia destacar dos demais jogadores era a sua inconfundível “trunfa”, tipo o argentino Coloccini. Nascido a 2 de Setembro de 1961, Valderrama foi 111 vezes internacional, despedindo-se do futebol a 1 de Fevereiro de 2004, já com 42 anitos. Ainda chegou a brilhar na Major League Soccer (MLS), maior liga de futebol dos Estados Unidos. No seu jogo de despedida participaram figuras internacionais como José Luis Chilavert, Diego Armando Maradona e os seus amigos e companheiros da Colômbia, com quem disputou os mundiais de Itália'90, Estados Unidos'94 e França'98. Adiram ao blog no facebook em