
Henrik Larsson teve uma despedida em beleza do futebol de alto nível, depois de ter jogado alguns meses no Manchester United, onde ainda marcou mais três golos. Com ligações a Cabo Verde, o avançado foi durante muitos anos um verdadeiro “Deus” para os adeptos do Celtic de Glasgow, onde se destacava pelos muitos golos apontados e pela sua farta cabeleira de “rastas”. Depois da Escócia, seguiram-se dois anos no Barcelona, onde se sagrou campeão europeu. Antes já tinha deixado a sua Suécia para jogar na Holanda, no Feyenoord. Agora, com 35 anos, regressa ao “seu” Helsingborg, numa altura em que ainda dava muito jeito a variadíssimos clubes por essa Europa fora, a começar por Portugal. Ainda me lembro da dupla temível que formou na selecção sueca com Martin Dahlin, o possante avançado que passou por clubes como o Hamburg, Blackburn Roverns, Borússia de M´gladbach e a Roma. Curiosamente, ambos os jogadores têm cores de pele, nada habituais nos suecos.
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